Fael?..quem é?

Uma guerreira, denominada “EL”, que enfrenta um exército de Orc’s, numa batalha sangrenta até seu destino…Fael.

Fael, é uma história idealizada por meu amigo de longa data, Marcos Aurélio ( zilhões de anos atrás..), vulgo “Wacko”, fã de hq’s, tokusakus, fantasia, Tolkien, sendo que nesse último, com uma bagagem enorme.

Ao contrário de mim, que parei nas adaptações cinematográficas (“Senhor dos Anéis” e “Hobbit”), ele já conhecia as obras de Tolkien, desde sua origem, os livros.

Em uma de nossas conversas, ele me revela que tem uma ideia interessante, sobre um conto.

Trecho em que ele me apresenta a ideia:

Na verdade esta estorieta não é adaptação de nenhum conto escrito por Tolkien.

 Não existe este conto e nem este personagem.

É apenas uma brincadeira envolvendo uma batalha tolkiana.

E este continho foi fruto de algo maior perdido. Isso mesmo.

O projeto original era uma estória maior, com diálogos, com mais personagens e com um final parecido.

 Mas eu perdi tudo na época (isso mesmo, perdi tudo que escrevi), e aproveitei uns rascunhos encontrados e aproveitei algo disso… Daí saiu este continho.

E hoje eu não tentaria refazer o que perdi, pois criei que estava cheio de erro.

Estava na intenção de utilizar do Sindarin e do Quênia (duas líguas élficas), não tinha ideia do trabalho e nunca que conseguiria fazer da forma correta ou da forma como imaginei.

Então achei melhor deixar quieto e fazer um continho.”

Então, basicamente eu entrei com toda a parte gráfica, e ele o roteiro.

Uma dupla, um era roteirista e o outro o desenhista.

Apesar da história ser “uma BRINCADEIRA TOLKIANA FEITA EM (NEM LEMBRO O ANO)… sem nenhum personagem existente ou inspirado em conto anterior.”

Palavras do próprio, idealizador.

Ela se utiliza de uma língua existente na mitologia Tolkiana, o chamado Sindarin.

Introdução:

O Sindarin é uma das línguas artificiais desenvolvida por J.R.R.Tolkien enquanto escrevia “O Silmarilion”.

Na mitologia de Tolkien, o Sindarin era a língua elfica mais comumente falada na Terra-média na Terceira Era.

Tolkien baseou a sonoridade e alguma parte da gramática do seu Sindarin no galês, e o Sindarin demonstra algumas das mutações consonantais que caracterizam as línguas celtas (especialmente britânicas).

A língua também provavelmente foi influenciada até certo grau pelas línguas germânicas, já que Tolkien era um estudioso do inglês antigo, nórdico antigo e gótico.

Dentro da ficção, o Sindarin era escrito com o alfabeto Cirth antes do retorno dos Noldor à Terra-média, mas após isto era escrito em Tengwar.

No mundo real a língua é geralmente escrita com o alfabeto latino, representando a transcrição do “Tengwar original” ou “Cirth original”.

Alguns entusiastas tolkenianos escrevem em Cirth ou Tengwar, usando fontes especializadas, mas a maior parte das composições neo-Sindarin são escritas com o alfabeto latino.

O conto a seguir foi escrito em Sindarim com alfabeto latino, procurando manter uma “sonoridade poética” tanto no original em sindarin quanto em sua tradução para o português, que se encontra transcrito ao final do conto.

Certamente o texto em sindarin pode se encontrar alguns erros gramaticais de concordância, acentuação e até mesmo de vocabulário. Estou aberto a contatos para correções.”

Página 1 – El encara o perigo de frente!!

Página 2 – O exército de Orcs!!

Página 3 – El se prepara…

Págin 4 – El convoca, “Fael”…e finalmente pula sobre o exército de Orcs!

Página 5 – El sai “abrindo caminho” em meio a uma batalha sangrenta!!…e gritando sem parar..”FAEL”

Página 6 – Revelação! …tudo na mente absorta de um leitor, chamado…Rafael.

 

Com essas breves informações, o conto de poucas páginas, Fael, foi desenvolvido, apenas como um hobby, para nosso próprio, divertimento.

Só não imaginávamos que após minha entrada na faculdade, ele fosse se transformar num curta metragem com animação em flash, e cenas em live action.

Mas esse capítulo, aventuresco, eu conto mais pra frente.